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Bônus, moto, família e o acidente. Ana corre para que o dia não fique no vermelho.

Toda entrega deixa uma prova.
Uma motogirl aceita uma última entrega para não perder um bônus — e chega com a mochila cheia de provas ao protesto que o aplicativo queria que ela evitasse.
Ana corre por Porto Alegre para cumprir cinco entregas e pagar a moto, a casa e o próximo semestre de Direito. Um acidente, uma avaliação injusta e o bloqueio da conta revelam que o aplicativo fala com ela como se fosse parceira, mas a trata como número.
Drama social contemporâneo, de ritmo cotidiano e tensão acumulada. A precisão de Ana — linhas, talheres, pastas e telas — contrasta com um sistema que muda as regras sem deixar registro.

Ana não precisa de uma grande vitória para mudar o enquadramento. Precisa que a pauta atravesse a porta e fique registrada.
Bônus, moto, família e o acidente. Ana corre para que o dia não fique no vermelho.
A conta entra em análise. Jonas oferece proteção individual em troca de nomes e silêncio.
Trinta pastéis chegam à sede. A pauta é lida, assinada e arquivada — mesmo com a conta sob análise.
Ana é cercada por pessoas que lembram o corpo por trás do login: a tia, a irmã, a amiga, o veterano e até o gerente que se vê como robô.
Precisa, cansada e atenta; transforma alinhamento em método para sobreviver e agir.
Amiga motogirl que organiza a pauta e impede que o protesto vire só indignação.
Gerente que se chama de robô e oferece a Ana uma solução sem testemunha.
A memória da greve de 1996 e a casa onde uma vitória pequena pode ser celebrada.
Laranja de aplicativo contra azul de chuva e o calor da cozinha. A direção de arte transforma a prova em gesto físico.

Leia a proposta visual e depois abra a pauta completa.
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